Indicação clínica
Quando os implantes zigomáticos
são indicados?
Implantes zigomáticos para atrofia óssea maxilar severa
Os implantes zigomáticos são a principal indicação para pacientes com atrofia óssea maxilar severa, situação em que a quantidade de osso disponível no maxilar superior é insuficiente para receber implantes convencionais. Essa condição é comum em pacientes que usam dentadura removível há muitos anos, pois a ausência dos dentes provoca reabsorção progressiva do osso. Os implantes zigomáticos contornam completamente essa limitação ao se fixar no osso da bochecha.
Implantes zigomáticos após falha de enxerto ósseo
Pacientes que já foram submetidos a enxertos ósseos sem obter resultado satisfatório para receber implantes convencionais encontram nos implantes zigomáticos a solução definitiva. Os implantes zigomáticos não dependem do osso enxertado e oferecem uma base de ancoragem completamente independente, eliminando o risco de nova falha de enxerto.
Implantes zigomáticos combinados com implantes convencionais
Em muitos casos, os implantes zigomáticos são utilizados em combinação com implantes convencionais na região anterior do maxilar, onde ainda há osso disponível. Essa estratégia híbrida permite uma distribuição equilibrada das forças mastigatórias e otimiza o resultado estético e funcional dos implantes zigomáticos na reabilitação total da arcada superior.
Implantes zigomáticos em pacientes sem maxilar convencional
Casos extremos como a ressecção do maxilar por tumor, traumas faciais graves ou condições congênitas que afetaram o desenvolvimento ósseo também podem ser tratados com implantes zigomáticos. Nesses cenários, os implantes zigomáticos representam muitas vezes a única possibilidade de reabilitação protética fixa, devolvendo ao paciente uma qualidade de vida que parecia impossível.